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Manifesto dos Aprendizes de Buda

post-04-27-1

Quando falamos em espiritualidade, sempre pensamos em todas aquelas figuras da história que representam níveis altíssimos de evolução espiritual, colocados em um patamar onde nós, meros mortais, nunca chegaremos (pelo menos, não nos próximos dois milhões de anos).

Conforme nos conectamos com a nossa própria essência, começamos a ver o quão irrelevante esse fato é, já que o que importa mesmo é sermos o melhor que podemos ser, todos os dias, nos inspirando naqueles que estão alguns passos à frente.

A espiritualidade é para ser vivida na sua potência máxima. Nada de agir de um jeito aqui e de outro lá, se não for pra mergulhar, melhor nem molhar os pés.

Não adianta ser um mestre iluminado na igreja, nos centros, templos ou até mesmo na frente de quem queremos impressionar, e não agirmos de acordo com o nosso coração no resto do tempo. É preciso coragem para buscar a espiritualidade, e muita, muita persistência para não desistir e voltar aos velhos hábitos.

O processo de despertar deve ser natural, dois passos para frente e um para trás. Não existe evolução sem erros, sem ilusões e sem admitirmos tudo isso, às vezes mudando a rota ou ajustando o caminho.

As comparações são o que nos fazem desistir de nós mesmos, da nossa própria capacidade, jogando um pano preto na nossa luz interior, fingindo que ela não está ali.

Os Aprendizes de Buda buscam sua essência, sem comparações, sem medo de errar (porque eles sabem que vão, e que no final, darão boas risadas disso). Eles olham tudo como uma oportunidade de aprendizado, e vêem o futuro com leveza, com a certeza de que não estão sozinhos, e que mesmo depois de tantos tropeços, vão se levantar e alcançar lindamente seus objetivos.

E assim é.